Eu sinto a música como gotas de um sereno que não existe nesta noite quente. Ela ondula, reverbera, sussurra e escorre em mim...a madrugada está morrendo mas ainda revela as luzes da cidade grande. Minha cidade natal. Um berço onde não vivo. Estou longe de casa, longe de mim.
Neste instante meus sentidos desabrocham. A música nada fala e tudo diz...Na preguiça doce do momento me vejo feliz.
E enquanto as notas gotejam um leve sono em mim, sinto um alguém que se aproxima.
Um cheiro, um toque...eu sou então a música. Ouço reverberações e ecos. Sei que sou eu. Sei quem eu sou. Sei o que sou.Sou a mulher deitada lânguida, iluminada por reflexos de luzes e neons. Sou a mulher tocada e intocada. Instrumento agora afinado. Afiado. Amplificado.
E no fecho deste tema, a madrugada cai. Em reflexos de rio eu vou surgir; uma vênus na luz da manhã. Ainda ao som doce que emana ao meu redor. Ainda envolta na neblina do prazer que é ser tocada pelo virtuose que é você.
Uau....
ResponderExcluireu não acredito que aquele muro rachou
quem conseguiu?
hahahahaha
boaaaa
ResponderExcluirArrancaram a sobrevivente de dentro do tal bunker
Numa madrugada dessas tem que perder a chave querida, pra não poder mais fechar aquele portão de madeira lá.
O portão continua bem fechado, o muro tá inteirinho e vão continuar assim tá!!!
ResponderExcluirDançar na volta da fogueira num sabath não é o mesmo que se devotar ao fogo.
Como foi mesmo que me chamaram dia desses??? analítica e excludente???!!! fazida???!!!
E parem de fofocar no msn suas palhaças
Saiam daí e vão trabalhar escravas do dinheiro