
(...) era preciso mudar, não para me adaptar, o que me parecia uma traição, mas para me lançar acima daquele lodo espesso de mesquinharias e baixezas em que acabamos por chapinhar. Eu não sabia como enfrentar aquilo. Não conhecia nenhum 'modo de usar' para obter um nível superior de humanidade e maior sabedoria. Mas sentia que intuitivamente rir era o começo da sabedoria que me era indispensável para viver(...)
Ingrid Betancourt - Não há silêncio que nunca termine
Nenhum comentário:
Postar um comentário